Olá pessoal,
Hoje vim falar para vocês sobre o projeto do Greenpeace sobre o Desmatamento Zero. Em sua página
http://on.fb.me/I4ZxBx você pode fazer a sua assinatura, onde automaticamente é direcionado a uma página pessoal, onde pode convidar mais amigos e familiares a assinarem, e assim você ganha pontos para salvar outros animais beira da extinção.
Hoje, 22 de Maio é o dia internacional da biodiversidade. O Brasil abriga 20% de todas as espécies do planeta. Não podemos perder nosso patrimônio ambiental. Assine pelo Desmatamento Zero.
A Liga das Florestas precisa de heróis. A fauna e a flora brasileiras estão em risco, e com elas o futuro do Brasil. Mas você pode ajudar a salvá-los. O Greenpeace lança, com outras organizações, um projeto de lei popular pelo desmatamento zero de nossas matas. Ao assinar a petição no site, e ao compartilhar e estimular seus amigos a fazerem o mesmo, você acumula pontos, ajuda a proteger um dos bens mais preciosos que o Brasil possui e ainda ganha prêmios. Participe!
Você pode dar uma olhada também em http://www.ligadasflorestas.org.br/
Abraços e contamos com a participação de todos para salvar as nossas florestas!!!
Fonte: Liga das Florestas
terça-feira, 22 de maio de 2012
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Mais uma razão para proteger Abrolhos
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Mais uma razão para proteger AbrolhosRoberto Vámos - 21/05/2012 às 08:05
Uma das funções deste blog é chamar a atenção para informações novas que saem na literatura científica e que são de extrema relevância para a tomada de decisões por parte da sociedade com relação ao uso dos nossos recursos naturais. Ultimamente temos assistido a vários episódios de ataques à razão e à ciência na mídia e no Congresso Nacional, com a aprovação do novo código florestal apesar dos expressos protestos da Academia Brasileira de Ciência e da Sociedade Brasileira pelo Progresso da Ciência, as duas principais agremiações científicas do país.Foto: ernie_greatoutdoors / FlickrEm abril foi publicada uma descoberta por uma equipe de cientistas da Rede Abrolhos que mostra porque nossas decisões devem sempre ser baseadas na ciência, e se não tivermos dados suficientes, devemos então tomar sempre as decisões mais conservadoras possíveis. Os pesquisadores da Rede Abrolhos descobriram, após dois anos de mapeamento do leito marinho do Banco de Abrolhos (no norte do Espírito Santo e no sul da Bahia) o maior banco de rodolitos do mundo.Rodolitos são algas que se parecem com rochas ou corais e que produzem calcário, matéria-prima usada por animais como moluscos, lagostas, caranguejos e até corais para formar suas carapaças. É importante realçar que o carbonato de cálcio é também uma das principais formas que a natureza tem para estocar, de forma inerte, o excesso de carbono na atmosfera.Mas os rodolitos de Abrolhos sofrem duas ameaças simultâneas: a acidificação dos oceanos causados pelo CO2 em excesso que se dissolve nas águas do mar e a exploração de petróleo em seu entorno. Contra a primeira ameaça, a ciência já deu seu alerta: precisamos reduzir urgentemente nossas emissões de CO2. Contra a segunda ameaça, propõe-se o aumento da área de proteção ambiental na região de Abrolhos dos atuais 880 km2 para cerca de 92.500 km2.Parece muito, mas não é. O Brasil tem uma área territorial marinha equivalente a 40% de seu território terrestre – ou seja, mais de 3,2 milhões de km2. A Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar dá aos países domínio sobre uma faixa litorânea com 200 milhas náuticas de largura. Os 92.500 km2 de área de proteção ambiental propostos representam menos de 3% desta nossa Amazônia Azul, enquanto que cientistas dizem que pelo menos 10% de toda área dos oceanos do mundo deveriam estar integralmente protegidos.Precisamos prestar mais atenção aos oceanos. Conhecemos muito pouco sobre elas, como mostra o surpreendente estudo publicado mês passado. É fundamental protegê-los para que possamos conhecê-los. As reservas de petróleo continuarão lá embaixo. E a biodiversidade marinha – continuará lá também?
FFonte: Planeta Sustentável
sexta-feira, 18 de maio de 2012
Programa de biodiesel não atingiu meta social
Programa Nacional de Uso e Produção de Biodiesel ampliou mercado mas ainda não conseguiu promover a inclusão da agricultura familiar na cadeia produtiva do biocombustível, aponta pesquisa feita na UFSCar
Karina Toledo
Agência Fapesp - 07/05/2012
Agência Fapesp - 07/05/2012
Desde que foi lançado, em 2004, o Programa Nacional de Uso e Produção de Biodiesel (PNPB)ampliou significativamente o mercado para esse biocombustível no país. Mas a iniciativa do governo federal ainda não conseguiu cumprir uma de suas principais metas: promover o desenvolvimento regional em áreas carentes por meio da inclusão de agricultores familiares na cadeia produtiva.
A conclusão é da pesquisa "Análise de competitividade da cadeia produtiva de biodiesel no Brasil", coordenada por Mario Otavio Batalha na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e financiada pela FAPESP.
"A produção do biodiesel é mais cara que a do diesel comum e, ainda hoje, não é sustentável do ponto de vista econômico. A grande justificativa para o PNPB foi esse viés social", afirmou Batalha.
Por essa razão, completou, o programa buscou incentivar a produção do biocombustível a partir de diversas oleaginosas, especialmente a mamona no Nordeste e o dendê no Norte.
Também foram criados mecanismos para favorecer a inclusão do pequeno agricultor, como o Selo Combustível Social. Essa acreditação é concedida a produtores que compram matéria-prima diretamente da agricultura familiar em quantidades predeterminadas pelo governo. Isso lhes garante benefícios fiscais e o direito de participar dos maiores lotes para venda de biodiesel nos leilões da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustível (ANP).
Mas, ao longo dos anos, a soja foi se revelando a matéria-prima mais competitiva do mercado, contou o pesquisador. Atualmente, 80% do biodiesel no país deriva desse grão. "Os produtores de soja podem até ser pequenos, mas são altamente treinados e organizados em cooperativas. É uma cultura madura no país", disse Batalha.
Segundo ele, os incentivos fiscais dados aos produtores de biodiesel não cobrem, muitas vezes, os custos de comprar matéria-prima da agricultura familiar no interior do Norte e Nordeste.
"A escala de produção é pequena, a qualidade é ruim, há restrições tecnológicas, manejo inadequado e alta sazonalidade. Além disso, as famílias ficam dispersas, o que aumenta muito o gasto com transporte e favorece a atuação de atravessadores", disse.
Há ainda casos em que os próprios agricultores não se interessam em fechar o negócio. "É mais vantajoso vender um litro de óleo de mamona para a indústria ricinoquímica - que utiliza a oleaginosa para produzir lubrificantes, cosméticos e alimentos - que para os produtores de biodiesel. O agricultor pode ser pobre, mas não é bobo. Vai vender para quem pagar mais", afirmou.
No caso do dendê, a grande concorrente é a indústria de alimentos, que usa o óleo de palma em diversos produtos. "A produção, que ainda é pequena, precisa se expandir muito e vender o excedente para a produção de combustível. Isso resolveria o problema de abastecimento de combustível nas comunidades isoladas da região Norte", disse o pesquisador.
INCERTEZASAlém dos incentivos fiscais, o PNPB criou outros mecanismos para estimular o mercado de biocombustíveis. Por meio da Lei nº 11.097, de 2005, tornou-se obrigatória a adição de um porcentual mínimo de biodiesel ao óleo diesel vendido no país. Em 2008, o teor mínimo era 2% e, hoje, é 5%. Isso criou uma demanda sustentada anual de 2,5 milhões de litros e fez o setor avançar rapidamente.
"As empresas já possuem capacidade superior a 5 milhões de litros por ano, o que permitiria dobrar a porcentagem obrigatória estipulada. Mas isso exigiria adaptações no motor dos veículos, o que seria inviável", explicou Batalha.
Na opinião do pesquisador, para que o PNPB realmente cumpra seu papel social, é preciso diversificar as matérias-primas usadas na produção de biodiesel.
"A soja está mais concentrada no Sul e Sudeste. Para atingir o pequeno agricultor da Bahia, tem que ser usada a mamona. Na Amazônia, pode ser o dendê. Temos de investigar qual é a oleaginosa mais adequada em cada região", destacou.
O monopólio da soja teria desvantagem também do ponto de vista econômico, pois o custo de produção do combustível fica sujeito à variação de preço do grão no mercado internacional.
Segundo a pesquisa, esforços têm sido feitos para reverter o quadro. O número de famílias integradas à cadeia produtiva do biodiesel vem crescendo desde 2009, em boa medida graças à entrada da Petrobras no setor. A conclusão, no entanto, é que no curto e médio prazo a soja deve continuar a ser a principal matéria-prima usada no país.
Os resultados da investigação deram origem à tese de doutorado "Competitividade da produção de biodiesel no Brasil: a inserção e os impactos da agricultura familiar", realizada por Aldara da Silva Cesar com Bolsa da FAPESP.
Renderam também artigos em revistas no Brasil e exterior e o livro Biodiesel de mamona no Brasil: realidades e perspectivas, publicado pela editora Lambert.
A conclusão é da pesquisa "Análise de competitividade da cadeia produtiva de biodiesel no Brasil", coordenada por Mario Otavio Batalha na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e financiada pela FAPESP.
"A produção do biodiesel é mais cara que a do diesel comum e, ainda hoje, não é sustentável do ponto de vista econômico. A grande justificativa para o PNPB foi esse viés social", afirmou Batalha.
Por essa razão, completou, o programa buscou incentivar a produção do biocombustível a partir de diversas oleaginosas, especialmente a mamona no Nordeste e o dendê no Norte.
Também foram criados mecanismos para favorecer a inclusão do pequeno agricultor, como o Selo Combustível Social. Essa acreditação é concedida a produtores que compram matéria-prima diretamente da agricultura familiar em quantidades predeterminadas pelo governo. Isso lhes garante benefícios fiscais e o direito de participar dos maiores lotes para venda de biodiesel nos leilões da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustível (ANP).
Mas, ao longo dos anos, a soja foi se revelando a matéria-prima mais competitiva do mercado, contou o pesquisador. Atualmente, 80% do biodiesel no país deriva desse grão. "Os produtores de soja podem até ser pequenos, mas são altamente treinados e organizados em cooperativas. É uma cultura madura no país", disse Batalha.
Segundo ele, os incentivos fiscais dados aos produtores de biodiesel não cobrem, muitas vezes, os custos de comprar matéria-prima da agricultura familiar no interior do Norte e Nordeste.
"A escala de produção é pequena, a qualidade é ruim, há restrições tecnológicas, manejo inadequado e alta sazonalidade. Além disso, as famílias ficam dispersas, o que aumenta muito o gasto com transporte e favorece a atuação de atravessadores", disse.
Há ainda casos em que os próprios agricultores não se interessam em fechar o negócio. "É mais vantajoso vender um litro de óleo de mamona para a indústria ricinoquímica - que utiliza a oleaginosa para produzir lubrificantes, cosméticos e alimentos - que para os produtores de biodiesel. O agricultor pode ser pobre, mas não é bobo. Vai vender para quem pagar mais", afirmou.
No caso do dendê, a grande concorrente é a indústria de alimentos, que usa o óleo de palma em diversos produtos. "A produção, que ainda é pequena, precisa se expandir muito e vender o excedente para a produção de combustível. Isso resolveria o problema de abastecimento de combustível nas comunidades isoladas da região Norte", disse o pesquisador.
INCERTEZASAlém dos incentivos fiscais, o PNPB criou outros mecanismos para estimular o mercado de biocombustíveis. Por meio da Lei nº 11.097, de 2005, tornou-se obrigatória a adição de um porcentual mínimo de biodiesel ao óleo diesel vendido no país. Em 2008, o teor mínimo era 2% e, hoje, é 5%. Isso criou uma demanda sustentada anual de 2,5 milhões de litros e fez o setor avançar rapidamente.
"As empresas já possuem capacidade superior a 5 milhões de litros por ano, o que permitiria dobrar a porcentagem obrigatória estipulada. Mas isso exigiria adaptações no motor dos veículos, o que seria inviável", explicou Batalha.
Na opinião do pesquisador, para que o PNPB realmente cumpra seu papel social, é preciso diversificar as matérias-primas usadas na produção de biodiesel.
"A soja está mais concentrada no Sul e Sudeste. Para atingir o pequeno agricultor da Bahia, tem que ser usada a mamona. Na Amazônia, pode ser o dendê. Temos de investigar qual é a oleaginosa mais adequada em cada região", destacou.
O monopólio da soja teria desvantagem também do ponto de vista econômico, pois o custo de produção do combustível fica sujeito à variação de preço do grão no mercado internacional.
Segundo a pesquisa, esforços têm sido feitos para reverter o quadro. O número de famílias integradas à cadeia produtiva do biodiesel vem crescendo desde 2009, em boa medida graças à entrada da Petrobras no setor. A conclusão, no entanto, é que no curto e médio prazo a soja deve continuar a ser a principal matéria-prima usada no país.
Os resultados da investigação deram origem à tese de doutorado "Competitividade da produção de biodiesel no Brasil: a inserção e os impactos da agricultura familiar", realizada por Aldara da Silva Cesar com Bolsa da FAPESP.
Renderam também artigos em revistas no Brasil e exterior e o livro Biodiesel de mamona no Brasil: realidades e perspectivas, publicado pela editora Lambert.
Fonte: Planeta Sustentável
sexta-feira, 11 de maio de 2012
Acidentes com derramamentos de óleos.
Sabemos que é comum a ocorrência de acidentes com derramamento e vazamento de óleo em diversas situações, como capotamento de veículos, carretas e caminhões tombados, naufrágio de navios e um dos mais preocupantes, vazamento de poços e tubulações petrolíferas.
Ao se realizar uma pesquisa sobre o assunto, é comum encontrar incidentes dos mais variados tipos e em uma frequência preocupante. Triste também porque na maioria dos acidentes, principalmente os rodoviários, não há uma política ambiental que obrigue o uso de turfas (absorvente vegetal que encapsula as partículas de óleo) ou materiais absorventes, ao invés de areia ou serragem nas pistas, evitando assim o escoamento para as vegetações laterais e córregos.
Pensando no risco que o meio ambiente corre em relação a esses tipos de acidentes ambientais, foram criados materiais próprios para a absorção no segmento de óleos e derivados do petróleo.
A Overfix Ambiental é uma dessas empresas que abastece o mercado e socorre os mais variados tipos de acidentes nesta área. Com uma vasta linha de produtos e kit´s, atendemos a todo o Brasil.
Se você é funcionário ou dono de uma empresa que se preocupa com o meio ambiente, e principalmente, se a sua empresa necessita de prevenção contra acidente ambientais que possam vir a ocorrer, não perca tempo e entre em contato com a Overfix Ambiental, temos a melhor linha de kit´s ambientais para a prevenção de derramamentos ambientais.
Comentem sobre o assunto e nos digam as suas opiniões.
Abraços,
Thais Sampaio.
quinta-feira, 10 de maio de 2012
Voltando ao Blog
Olá Pessoal,
Passando para deixar um comunicado:
"As postagens e atualizações no blog e nas nossas redes sociais voltarão a ser atualizadas todos os dias. Assim vocês podem acompanhar a rotina de descobrimento e de informações da Overfix Ambiental na área de meio ambiente."
Aproveito também para informar que o site da empresa (overfix.com.br) já esta no ar.
Espero que gostem do novo modelo e que compartilhem as idéias sobre os assuntos aqui tratados.
Abraços,
Thais Sampaio.
Passando para deixar um comunicado:
"As postagens e atualizações no blog e nas nossas redes sociais voltarão a ser atualizadas todos os dias. Assim vocês podem acompanhar a rotina de descobrimento e de informações da Overfix Ambiental na área de meio ambiente."
Aproveito também para informar que o site da empresa (overfix.com.br) já esta no ar.
Espero que gostem do novo modelo e que compartilhem as idéias sobre os assuntos aqui tratados.
Abraços,
Thais Sampaio.
quinta-feira, 31 de março de 2011
Vagão descarrila e causa vazamento de gasolina em SP
Agencia Estado
Dois vagões descarrilaram ontem (28/03/2011), em Bauru (SP), e provocaram o vazamento de 2 mil litros de gasolina no pátio ferroviário de Triagem Paulista, no Jardim Guadalajara. Não houve feridos. Técnicos ambientais da empresa ferroviária América Latina Logística (ALL) e da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) vão avaliar se há necessidade de raspagem do solo no ponto do vazamento para evitar danos ambientais.
O acidente da composição que seguia de Paulínia para Bauru não atrapalhou a circulação de trens. O Corpo de Bombeiros foi acionado para conter o vazamento, e a área teve de ser isolada para a limpeza. As equipes da ALL fizeram o transbordo do combustível para outro vagão. Em nota, a ALL afirma que uma sindicância vai apurar o descarrilamento. O resultado deve sair em 30 dias.
O acidente da composição que seguia de Paulínia para Bauru não atrapalhou a circulação de trens. O Corpo de Bombeiros foi acionado para conter o vazamento, e a área teve de ser isolada para a limpeza. As equipes da ALL fizeram o transbordo do combustível para outro vagão. Em nota, a ALL afirma que uma sindicância vai apurar o descarrilamento. O resultado deve sair em 30 dias.
FONTE: GLOBO
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Mais um caso de acidentes que envolvem o risco ambiental, onde poderia ser evitado com a manutenção dos trilhos e vagões, e a questão do vazamento da gasolina, poderia ser contida com materiais para absorção e contenção de vazamentos. Para isso a Overfix Ambiental esta no mercado, procurando atender as necessidades de nossos clientes na prevenção de acidentes ambientais.
Independente do seguimento, se faz necessário o uso dos produtos para absorção e contenção de vazamentos, seja ele em linhas individuais dos nossos produtos, ou ainda kit´s próprio para a sua empresa. Se você ainda não possui os kit´s ambientais para prevenção, contate-nos e garanta a segurança de sua empresa e do meio ambiente.
EUA autorizam 1ª perfuração em Golfo México após vazamento da BP
Agencia EFE
Washington, 30 mar (EFE).- Os Estados Unidos autorizaram nesta quarta-feira a primeira perfuração de um novo poço petroleiro no Golfo do México, após o desastre ecológico produzido pela explosão de um poço da empresa BP que liberou no mar 4,9 milhões de barris em abril de 2010.
O Escritório de Administração, Regulamentação e Supervisão de Energia Oceânica dos Estados Unidos (Boemre, na sigla em inglês) informou através de um comunicado que autorizou a empresa Shell Offshore a começar as operações de perfuração no Bloco Garden Banks 427, a 900 metros de profundidade.
O poço se encontra a 220 quilômetros ao sul do litoral da Louisiana.
"A permissão desta quarta-feira representa o fim de um processo amplo de revisão do plano de prospecção, uma avaliação do meio ambiente e a solicitação de perfuração, todas as quais cumpriram os rigorosos padrões ambientais e de segurança", disse Michael R. Bromwich, diretor do Boemre.
"A finalização deste processo demonstra que procedemos o mais rápido que podemos para permitir uma adequada regulação das operações petrolíferas do modo mais seguro e responsável com o meio ambiente", acrescentou.
Entre os requisitos exigidos, a Shell possui capacidade demonstrada para conter um vazamento submarino, explicou o Boemre.
Nas últimas semanas, as autoridades dos EUA haviam permitido a retomada dos trabalhos de perfuração de diversos projetos que já se encontravam em andamento no momento da explosão do poço Deepwater Horizon e que foram paralisados.
A Administração do presidente Barack Obama decidiu levantar no mês de outubro a moratória sobre perfurações em águas profundas, emitida em maio de 2010, no meio de intensas pressões da indústria e de protestos pelo prejuízo econômico que significava para a região. EFE
afs/tf
FONTE: GLOBO
Washington, 30 mar (EFE).- Os Estados Unidos autorizaram nesta quarta-feira a primeira perfuração de um novo poço petroleiro no Golfo do México, após o desastre ecológico produzido pela explosão de um poço da empresa BP que liberou no mar 4,9 milhões de barris em abril de 2010.
O Escritório de Administração, Regulamentação e Supervisão de Energia Oceânica dos Estados Unidos (Boemre, na sigla em inglês) informou através de um comunicado que autorizou a empresa Shell Offshore a começar as operações de perfuração no Bloco Garden Banks 427, a 900 metros de profundidade.
O poço se encontra a 220 quilômetros ao sul do litoral da Louisiana.
"A permissão desta quarta-feira representa o fim de um processo amplo de revisão do plano de prospecção, uma avaliação do meio ambiente e a solicitação de perfuração, todas as quais cumpriram os rigorosos padrões ambientais e de segurança", disse Michael R. Bromwich, diretor do Boemre.
"A finalização deste processo demonstra que procedemos o mais rápido que podemos para permitir uma adequada regulação das operações petrolíferas do modo mais seguro e responsável com o meio ambiente", acrescentou.
Entre os requisitos exigidos, a Shell possui capacidade demonstrada para conter um vazamento submarino, explicou o Boemre.
Nas últimas semanas, as autoridades dos EUA haviam permitido a retomada dos trabalhos de perfuração de diversos projetos que já se encontravam em andamento no momento da explosão do poço Deepwater Horizon e que foram paralisados.
A Administração do presidente Barack Obama decidiu levantar no mês de outubro a moratória sobre perfurações em águas profundas, emitida em maio de 2010, no meio de intensas pressões da indústria e de protestos pelo prejuízo econômico que significava para a região. EFE
afs/tf
FONTE: GLOBO
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